O Brasil parece um país de histórias em quadrinhos e os nossos governantes parecem os antagonistas desta história de suspense, que nem Gothan City é capaz de retratar.
Ontem o Brasil escreveu em sua história uma nova página: primeira mulher eleita pelo povo. Mas quem é essa nova presidente? De onde ela veio? O que pretende fazer? Quem governará ao seu lado?
O que sabemos, na verdade, é que Dilma não foi um nome escolhido pelo PT, mas foi o único nome, entre os poderosos, que se enquadrou no quesito ficha-limpa até agora. É tão claro como água que o principal sucessor de Lula seria José Dirceu, Palocci, ou outro mais infuente no PT e mais conhecido pelos brasileiros.
Dona Weslian, a caricata senhora sessentona que foi escalada para representar o Marido Joaquim Roriz, outro ficha-suja, é um belo exemplo do que estou querendo dizer. Dona Weslian e Dilma foram laranjas - uma do marido e outra do partido - nomes imaculados para esconderem as perípécias de quem as colocou como candidatas.
Dilma ganhou mas Dona Weslian não e com isso, chego a uma conclusão: o olhar petista que ri da inexperiênte sessentona Weslian Roriz mas vê experiência e competência na Dilma, de duas uma: burrice crônica ou cinismo deliberado.
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